Você pode se interessar quando eu falar sobre minha vida, você pode dizer que foi boa, pode dizer que foi chocante, pode dizer que foi confusa. Você pode achar o que for, mas provavelmente nunca verei seu rosto enquanto você lê, ou não saberei compreender suas reações quando te conto. Mas ainda assim me expresso.



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theme by sk8er-girl; detalhes por deslocado.

Feliz dia do beijo, não comemorarei hoje com você, mas esse dia me ajuda a lembrar de uma história. Nosso primeiro beijo, bem singelo, um selinho no saguão de entrada do colégio, apressado porque minha mãe havia acabado de chegar para me buscar. E tive que te deixar, depois de um breve momento entre seu cheiro bom, sua camisa preta macia e seu gosto ainda desconhecido. No dia seguinte, quase não pude te ver, dia 13 de julho do ano passado. Acho que as pessoas foram muito “discretas” até nos deixar a sós, mas sou grata demais a elas. Ao conseguir, e ao te abraçar e te beijar foi algo que me sentir bem, leve, uma sensação tão boa. Nada como um beijo de paixão, não foi aquela coisa de filmes, tem toda aquela falta de jeito, aquele nariz grande, aquele quê de falta de ritmo e a sincronia, mas é algo que se consegue rápido, se conhece. A sensação de após um beijo, acomodar a cabeça no seu pescoço, aquela ansiedade de algo novo agora é o conforto de sempre ter seu abraço e te te adorar cada vez mais. Te amo e feliz 9 meses do dia do nosso primeiro beijo.


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indiretas: #hj 13 de abril #de 2014


A vida não devia ser feita em separar


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Por favor, traga-me mais uma garrafa de vodka barata, pois em minha ressaca provavelmente nem me lembrarei do que me arrependi. E nem penso em acordar. Sem mistura alguma, onde um gole puro esquenta minha garganta e me faz sentir a pele queimar, onde eu realmente acredito que o mundo está girando, mas talvez rápido demais. Deve ter sido a uma, duas noites atrás talvez, nem me lembro mais. O que é que eu me preocupava tanto? agora me sinto bem, talvez o chão esteja parecendo ondular mas é só um pouco. Estou com vontade de fazer alguma coisa, eu devia correr, arranjar um papo com alguma garçonete desiludida com a vida enquanto meu copo enche-se e seca sem que eu perceba. Sabe, acho que sei porque as pessoas tem tanto medo do álcool, ele tira essas barreiras idiotas que as pessoas põe na mente, é essas barreiras. Ops, acho que derrubei alguma coisa, tem um garçom de paletó velho e surrado, ou um smoking, se abaixando e pegando algo do chão, ele me olha preocupado e pergunta se preciso de ajuda, digo que não, está tudo muito bem. Mas que será esse liquido quente escorrendo devagar pela lateral de minha panturrilha? Vou deixar isso para lá, agora sinto que posso divagar sobre o que quiser, disseram antes de eu sair de casa que as coisas eram perigosas, não vejo perigo algum. Ah, que tolice, deviam conhecer um pouco de liberdade, a liberdade falta, precisa muito até que as pessoas tenham coragem de adquirir algo de liberdade verdadeira, e eles a temem,tantos idiotas. Devo me levantar e ir ao banheiro agora, talvez algo entre a 10 dose tenha me feito um pouco mal, mas acho que sou bem resistente, engraçado, nunca me dizem que sou forte. Acho que só ouvi isso uma vez. Levanto, acho que minha perna esquerda está um pouco fraca, tudo bem, aguento. Dou um sorriso para o rapaz perto da entrada do banheiro feminino, ele me olha com um olhar estranho e não retribui, acho que as pessoas perderam um pouco da educação também. Eu queria que esses vozes na minha cabeça calassem a boca “você é tola  para fazer isso, não vê que está acabando com sua vida? você me decepciona”. Sabe o que me decepciona? A vida. As pessoas e esse mundo são muito decepcionantes. É, cansei de ficar sentada no sanitário desse banheiro moribundo depois de descobrir que o que havia na minha perna era sangue. Antes de sair, dou uma olhada rápida no espelho obscurecido, acho que estou muito bem parecida por fora com a minha mente. Queria ir para casa, mas não sei onde sei onde ela é nem quantos anos tenho, acho que deve estar perto de amanhecer, talvez alguém venha me procurar. Ou não virão, quem se importa? Eu não me importo mais. Acho que dancei um pouco, acho que alguém passou a mão pela minha bunda e agora estou em uma calçada tentando descobrir como parei aqui. Estou cansada, não deve ter mal passar um pouco de tempo aqui, minha vista está esmaecendo. Tem uns vultos em cima de mim, vestidos de branco, para onde eles vão me levar? Estou muito bem aqui. “Me deixem aqui”, tento dizer, mas acho que só saí um gemido da minha boca. Desisto de lutar, está tudo escurecendo demais ao meu redor. Só queria dizer para a tal de pessoa que rege a vida, vai se foder, cansei de jogar, me deixa descansar agora. Ai, tem uma picada no meu braço, as vozes estão cada vez mais distantes, e as da minha cabeça misturada com a de desconhecidos já nem são compreensíveis. E por agora, não sinto mais nada.


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O que fazer agora? como será daqui para frente? qual a melhor decisão a ser tomada? o que escolher para a minha vida? Quem nunca se perguntou sobre isso? Todos passamos por momentos como esse, e as vezes nem conseguimos respostas, ficamos pairando apenas em pensamentos, covardes em tomarmos uma decisão, e o pior de tudo, é a decisão que garantirá a nossa vida… É preciso criar raízes, antes de ramos, saber realmente o que quer, conhecer por completo, criar e se descobrir, então, finalmente ser capaz de decidir o melhor para você, tendo fé, acreditando…
— (via perdidosnotempo)

5 months ago · 9 notes · originally from perdidosnotempo · reblog this


É porque você sempre me tem nas mãos. E me segura no olhar, e quando naquele momento sinto que o amor é uma verdade, parece utópico demais para acreditar. Sensação de pele contra a pele, me passa o calor. Sensação de lábios sobre lábios, me passa o fulgor. Horas de uma companhia necessária para me sentir mais completa, palavras ditas baixas em um silêncio para dois, e se nesse momento o eu te amo sussurrar  entre um abraço, é consumado o desejo de que nunca pudesse sair dali. Comodismo irrestrito, se a paixão faz o egoísmo de te usar para um sorriso. Eu gostaria de ser a mais egocêntrica e manter a inércia do momento, em deleite. Não venha me dizer que não combina, preto no branco, maravilhosa estampa. Tecendo por entre as  vinhas desse contemporâneo, sem saber para onde está indo, para onde estamos indo. Nunca se tem tanta certeza, mas se puder fazer da incerteza a fortuna, monsieur, acho que vamos jogar um jogo. Se me sinto perdida talvez esse seja apenas um labirinto por onde possamos nos guiar, quando a vida não se encaixa, talvez o quebra cabeças estava errado. Seja o rei de meu xadrez, a peça mais preciosa que eu poderia em meus desertos encontrar. E se depois de muitos devaneios incompletos, futuros recriados e todas as chances de um mundo á frente. Ah, eu me acho em teu corpo. Onde posso segurar, onde as batidas do coração soam como um relógio, onde o tempo passa e o dia vem passando com você nas mãos. 




Quando eu lhe dizia:
Eu me apaixono todo dia
E é sempre a pessoa errada.”
Você sorriu e disse:
"Eu gosto de você também.
Love In The Afternoon   (via meninofirework)

(Source: dozevezesmaisforte, via repouse)


8 months ago · 36 notes · originally from dozevezesmaisforte · reblog this


Ah minha nega, venha cá, cadê aquele riso no olhar? cadê sua sede de sonhar? sua facilidade de pensar? porque estás assim minha nega? Parece tão conformada com o pouco aquela que tanto almejava. Minha nega não sabe mais sambar? Nem rir da forma mais doce de amar? Eu sinto que as palavras dizem pouco, minha nega, que é bom só poraí andar. Mundo cruel, minha nega. Esse mundo que te impede de superar. Eu sei que você queria um colo minha nega e isso eu posso te dar. Mas que médico vai te curar? Aquele de coração só sabe bá-tum-tá, e aquele de cabeça ainda não encontrou meu orixá. Minha nega, minha louca senhora, saiba cuidar de si como dos outros sabe cuidar. Só você pode se recuperar, tenta aquela fé toda renovar. E eu vou estar aqui á cantar: “Oh, minha nega, minha nega, o que te espera longe lá? Minha nega, minha nega eu queria te encontrar”.




(Source: manic-s, via thethingsthewaytheyare)


8 months ago · 7,879 notes · originally from manic-s · reblog this


"Acanalho foi minina"

"Acanalho foi minina"


1 year ago · 1 note · reblog this


13/03/2013 03:13pm Já comecei este texto errando o ano e se não sei o tempo que estou, talvez eu não saiba o local. Minha casa? E o que minha casa é? Um abrigo em uma cidade ou em uma selva? Em que mundo está ou em que esquina se perdeu? Então se estou sem saber onde estou e quando, talvez não saiba o que estou pensando. E é assim mesmo que começou. Esta maquinazinha tem um processador bem pequeno para tanto corpo que a maioria só malha os braços, outros esquecem os braços e perdem as cabeças, e outros quebram cabeças com braços e algumas cabeças montam algo para destruir braços. Estamos todos no esquema, e se você está fora do esquema está no esquema de fora. E eu estou aqui parada, tinha me achado no tempo de antes e no de depois mas agora estou perdida entre os 3, e boa pergunta, porque agora já é depois de antes e me perdi denovo. É meio enlouquecedor cronometros correndo, sem parar, sem nem o segundo por segundo parado para me iludir que tenho tempo. E isto é cronologico, várias ideias separadas juntas por uma vontade que é minha. Eu gosto de ser confusa e estou certa, a não ser que sua vontade seja superior para dizer que o que faço é errado. Uma mariposa acabou de fazer coscas em mim e jogou-se na luz para quase morte, se a acham inutil pelo menos ela serve de alimento para este sistema natural que controla as vidas e comidas mais que um presidente inorgânico. E se quiser vai deserdar mais em uma tempestade que é uma guerra. Está bem sem sentido no cerebelo, mas por fora estou relaxada e meu consiente resolveu ignorar. Vou jogar um jogo, ler um livro, amar um amante. Vou encostar em um calor de uma pele e conversar com algo que exista, aproveitar um bom tempo e talvez até um beijo, porque para meu superficial é isto que faz sentido. Mas depois vai lá que eu toque na quantica, esbarre na teoria de tudo, sinta o calor da mais nobre poesia escrita e ter uma conversa real com algo que disseram que não existia. Depois de caos se perdeu a cabeça, que os braços não souberam reencontrar e acabaram perdendo-se um pouco depois no antes que é agora. E escrevem um texto sem pé nem cabeça esperando que você entenda sem realmente entender de primeira, segunda e terceira e parecendo ser algo totalmente novo na quarta. O mesmo eu disse?


1 year ago · 0 notes · reblog this